Rita Filipe
A mezzo-soprano portuguesa Rita Filipe estuda canto lírico com Élène Golgevit, após dois anos de formação com Chantal Mathias no Conservatoire National Supérieur de Musique et de Danse de Paris, França.
Desde 2019, Rita tem colaborado como solista com os Músicos do Tejo (Maestro Marcos Magalhães), a Helsinki Baroque Orchestra, o Ensemble MPMP (Maestro Jan Wierzba), a Orquestra de Câmara Portuguesa (Maestro Pedro Carneiro), a Orquestra Académica de Lisboa (Maestro Tiago Oliveira), o Divino Sospiro (Maestro Massimo Mazzeo), a Orquestra das Beiras e o Il Gardellino (Maestro Peter Van Heyghen).
Estreou-se em ópera no OperaFest Lisboa, integrando a Maratona I, uma competição de óperas contemporâneas de compositores portugueses. Nos últimos anos, deu vida às personagens Orfeo, em Orfeo ed Euridice de Gluck, no Auditório Olga Cadaval; em Lo Frate ’Nnamorato de Pergolesi, no Musiikkitalo de Helsínquia (Finlândia); à 2.ª Dama, em A Flauta Mágica de Mozart, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian; a Maddalena, em Il Viaggio a Reims, no Centro Cultural de Belém; e a Suor Infermieira, em Suor Angelica de Puccini.
Em concerto, Rita interpretou a Paixão segundo São João de Bach, o Requiem de Mozart, o Gloria de Vivaldi e a personagem Žofka, no ciclo de canções O Diário de Quem Desapareceu de Janáček.
Enquanto coralista, participou nas óperas Tosca e Madama Butterfly de Puccini, no âmbito do OperaFest Lisboa. Em França, colaborou com o Ensemble Pygmalion nas produções de Orfeo e Eurídice de Gluck e Les Chemins de Bach, em Versalhes, Viena, Toulouse e Paris, sob a direcção de Raphaël Pichon. Rita foi membro do Coro Gulbenkian, do Nova Era Vocal Ensemble e do Ensemble Vocal Aura. Com o Nova Era Vocal Ensemble, teve a oportunidade de trabalhar com Daniel Reuss, Joseph Vila e Bernie Sherlock.